Leonídio Ceitas fez esta afirmação na abertura das jornadas técnicas da EPAL, sob o lema “desafios do abastecimento de água na cidade de Luanda”.
Precisou que, apesar dos esforços que estão a ser feitos a nível do Executivo e da própria empresa, o garimpo de água tem sido um grande problema, porque tem prejudicado a estratégia do
Conselho de Administração da EPAL, apesar dos esforços no combate ao vandalismo das condutas.
Relembrou que estão em curso projectos financiados pelo governo, na construção e reabilitação de centros de distribuição e estações de tratamento de grande dimensões, para se eliminar o défice de água, em Luanda, “mas é preciso acabar com essa prática ilegal para não causar constantes prejuízos à empresa”.
Leonídio Ceitas admitiu ser intenção do Conselho de Administração tornar a empresa rentável, e com capacidade de contribuir no orçamento geral do Estado, mas para esse desiderato é necessário um conjunto de esforços e maior organização.
Quanto à capacidade no abastecimento de água aos consumidores, neste momento é de 350 mil metros cúbicos, e dentro de duas semanas a capacidade aumentará para mais de700 mil metros cúbicos, e com essa elevação trará um outro impacto na vida dos munícipes.
Durante os dois dias os participantes vão abordar temas ligados a “Optimização e gestão eficiente dos recursos no abastecimento de água”, “Gestão dos recursos humanos e qualidade do serviço”, “ Sistema de transporte dos elementos químicos e sustentabilidade os ambiental de uma estação de tratamento”, entre outros.